Vizinha de baixo



Estava eu descendo o elevador quando ele para no andar de baixo e entra minha vizinha. Uma mulher baixinha, magrinha, quase meia idade, cabelos castanhos escuro e muito bonita. Ela pergunta

- Conhece alguém que entende de computador?
Indago qual o problema que ele tem.

- É a impressora. Não está mais imprimindo e não aparece o ícone do scanner. Preciso preparar minhas aulas da escola e ela decidiu me abandonar.
Faço mais algumas perguntas e chego a conclusão que a impressora não foi instalada corretamente.

- Meu filho quis experimentar o que está aprendendo sobre computador e instalou o tal de Windows 10.
Disse que eu entendo de computador e poderia ver para ela. Quando poderia ser?

- Volto da escola lá pelas 13 horas mas tenho que sair novamente as 15.
Disse que não teria problema. Era só me avisar quando chegasse.

Ela liga-me após o almoço e desço para o apartamento dela. Verifico os cabos se estão conectados e inicio uma análise da máquina enquanto ela corre atrás da máquina de lavar e a preparação das provas que ia aplicar.

Rapidamente reinstalo a impressora e o acesso ao scanner com um ícone. Peço para ela sentar na cadeira e fico ao seu lado. Vou mostrando como ela faz para usar o scanner, onde salvar a imagem e a impressão. Ela fica muito contente e me elogia.

- Não consigo achar mais as coisas que eu tinha.
Acho as pastas com as coisas. A dela, a do filho e a do marido. Pergunto dele...

- Nos separamos a pouco mais de dois anos. Estou lutando sozinha para manter tudo. Muito trabalho...

Penso com meus botões "Dois anos é muito tempo de seca!"

Enquanto ela volta aos seus papéis faço uma limpeza no computador, para que fique mais rápido. Noto que ela ri muito alto das menores coisas que falo... Corre até a máquina de lavar pois ela estava descarregando a água.

- Quase o tanque transbordou. Tive que enfiar a mão para tirar um pano do ralo. Fiquei com o braço encharcado! E mostra-me o braço como se estivesse pedindo que eu verificasse. Seguro seu braço e confirmo que ficou encharcado.
Digo que ela deveria tirar a blusa pois, com o frio que está fazendo, poderia ficar com "friagem" no braço.

Aí acontece o inesperado: ela tira a blusa ali mesmo, ao meu lado, e a atira longe.

Silêncio sepulcral... Dois séculos de paralisia... Fica olhando-me como se esperasse um elogio.

E ela merece elogio. Digo-lhe que era mais bonita que minha imaginação conseguia conceber. Continua me olhando, de pé ao meu lado. Giro na cadeira para ficar de frente pra ela. Noto sua respiração arfar no sutiã leve, daquele sem enchimento que toma a forma do seio.

Coloco as mão ao lado da sua cintura. Sua pele estava mais fria que minhas mão. Mas arrepia e não devia ser do frio pois arrepiou depois de ser tocada. Ela comenta

- Mãos quentes você tem. Fazem bem neste frio.
Aplico um pouco de pressão espalhando pelas palmas das mão e pelos dedos. Puxo-a levemente para minha direção, só para testar a resistência.

Não há resistência. Ela vem. Fecho minhas pernas e ela e ela entra, com seus joelhos ao lado de minhas coxas. Coloca suas mãos sobre meus ombros. Sobe as mãos ao lado de meu pescoço. Coloca meu rosto entre suas mão e puxa levemente para si, imagino que testando minha resistência também.

Encosto meus lábios entreabertos em sua pele logo abaixo dos seios. Minhas mãos deslizam para suas costas. Brinco com o fecho de seu sutiã, mas sem abrir. Só explorando como era.

Ela desce as mão pelos meus ombros, pelas minhas costelas, e segura as barras de minha camisa. Impossível não imaginar o que vem depois...

Meu pau atinge a ereção máxima, cruelmente torcido e apertado numa calça de jeans. Não me atrevo a arrumar o menino para não quebrar o descontrole do momento.

Ela puxa minha camisa para cima. Facilito o "descamisamento" levantando meus braços. Mas tenho que afastar minha boca daquela pele maravilhosa. Saído os braços, desço-os passando por suas axilas, paro momentaneamente as mão em suas costelas no bordo dos seios. Desço novamente as mão para sua cintura.

Ela senta-se a cavalo no meu colo, de frente para mim. Sinto o peso de sua bunda nas minhas coxas, Sinto suas coxas apertarem as minhas. Sinto ela tentar forçar sua chana em direção ao meu pau, mas não chega até ele. Sua boca molhada muito próxima, a espera da minha.

Ainda tenho controle e aplico a regra dos "90%". Aproximo lentamente minha boca de seus lábios como para beijar e paro a 10% de se tocarem, Ela pode sentir o calor de meus lábios e não há vontade que resista a isso. Os 10% restantes para o beijo vem do vulcão dela que entra em erupção.

Nem preciso descrever pois, se você usou a imaginação, está sentindo o que eu senti. A esta altura já soltei o fecho do sutiã e seguro-a pela cintura novamente. Conduzo-a a se levantar para que eu vá do beijo na boca ao queixo, ao pescoço, passando pelo colo entre os seios.

Pulo a tira do sutiã entre os seios para beijar quente e molhadamente sua barriga, enquanto minhas mãos já a seguram firmemente ao lado do quadril Puxo-a como se fosse afundar meu rosto em seu púbis, mas não o faço... É só provocação..

Vou subindo com os beijos molhados pelo ventre acima e, com o nariz, levo a alça do sutiã para cima, deixando um dos seios a mostra. Alcanço o bojo do seio com a boca molhada e quente, Deixo o hálito morno da minha respiração eriçar sua pele. O bico de seu seio é cilíndrico com cerca de 2 cm de comprimento. Passam facilmente pelos meus lábios direção boca a dentro. Abro os lábios para envolver a auréola e sinto o bico preenchendo minha boca.

Ela está mil! Eram mesmo dois anos de seca. Ela afasta-se me levanta e me abraça, esfregando seu quadril no meu como se quisesse fundi-los num só. Pega-me pela mão e arrasta-me para o quarto. Ao lado dos pés de sua cama nossas mãos nervosas procuram as fivelas dos cintos, botões e zíperes.

Muitas mãos se atrapalhando. Ela agacha-se e abre minha calça. Desce-a, junto com a cueca, até meus tornozelo. O cacete tenta pular mas está amarrado com pelos. Solto um pequeno grito. Ela me abraça pelo quadril e aperta o rosto contra todas minhas coisas.

- Que cheiro gostoso!!!! E levanta-se. Aproveito para agachar diante dela, oportunidade para soltar meu pinto dos emaranhados e dar liberdade ao bicho. Abro seu cinto, seu botão e o zíper. Puxo sua calça para baixo também junto com a calcinha. Também abraço-a pelo quadril e aperto meu rosto contra aquela maravilhosa obra da natureza.

- Que cheiro gostoso de mulher! E afundo meus lábios entre suas coxas enquanto o nariz aperta seu clitóris. Tudo já estava pra lá de molhado. Ela senta-se na cama e puxa-me sobre ela. As calças prendem os tornozelos e as pernas não se encaixam.

Levanto suas pernas para tirar de vez aquela calça que atrapalha e tenho uma visão maravilhosa de sua chana apertada entre as coxas e as dobrinhas das nádegas. Aproveito e tiro o resto de minhas calças também.

Ao olhar para cima vejo suas pernas já abertas, como que pedindo "venha!!". Passo meu rosto entre suas coxas, dos joelhos para a chana. Ela se contorce, pega minha cabeça e puxa... Ofereço resistência e ela faz mais força, quase me xingando. Antes de chegar na chana minha língua já está para fora, varrendo o caminho. Passa lentamente desde o meio das pernas forçando a passagem entre os lábios vaginais inundados. Deixo a pontinha da língua reconhecer lentamente o grelo.

Minha boca sobe sequiosa por seu ventre, chega a borda dos seios, onde deixo meus lábios brincarem voluptuosos com tudo que me é oferecido. Sinto ela apertar meu pinto entre suas coxa. Que força ela tem!!! Os meus lábios sobem para seu colo, e eu subo mais um tantinho junto, e junto meu pau chega mais perto da chana.

Ao levar meus lábios ao seu pescoço a cabeça do pau encosta na entrada de sua chana. Sinto a pontinha da cabeça encaixar.... Qualquer movimento ela entra.

Uma parada estratégica.... Diria 95% deixando os 5% por conta dela. Seus olhos abrem-se e me fitam. Por um instante perdem o brilho e percebo que ela vai sair do transe. Ela balbucia um "nããão" meio mole.

Minha idade bem vivida me ensinou a nunca forçar. É o velho ditado "quem tudo quer tudo perde". Não pretendo que esta seja a única oportunidade. Vou respeitá-la para ter mais oportunidades no futuro. Isso é ganhar confiança e desejo.

Fico parado com a pontinha da cabeça já invadindo sua chana e ela fala de novo, desta vez mais firme "não!". Deslizo lentamente para baixo, deixando ela sentir a cabeça se afastando de sua chana. Saio de cima dela. Ela esconde o rosto com as mãos.

Coloco minhas roupas pois ela está imóvel, com o rosto coberto pelas mãos. Sei que não está chorando pois não há soluços, é vergonha mesmo. Coloco a roupa dela ao seu lado na cama e saio do quarto para lhe dar espaço. Ouço-a abrir o guarda-roupa provavelmente pare pegar outra calcinha (aquela já de Perda Total) e uma blusa.

Quando ela volta para a sala estou dando um retoque final no computador. Ela não sabe o que falar, está muda, mas tenho que deixar a iniciativa para ela. Por fim ela fala..

- Me desculpe!!! Não sei o que deu em mim para agir deste modo. Você deve pensar mal de mim mas não sou assim. Alguma coisa me descontrolou.
Respondo que eu também não deveria ter agido impetuosamente mas não pude me controlar. Talvez a química de nossos cheiros seja a responsável. Não sou assim também. Vamos esquecer disso. Vamos acreditar que nunca aconteceu.

- Esquecer não será possível, mas vamos fingir que não aconteceu. Confio em você pelo respeito que demonstrou. Isso o faz um amigo digno de respeito também!

Pensei de novo com meus botões "Amigos??? Com certeza será mais que isso. Esta história não termina aqui".

Ela perguntou quanto era pelo meu serviço de arrumar o computador. Você cobraria? Claro que não. Disse que foi fácil arrumar e não gastei mais que 10 minutos (foi mais, porém os 10 minutos foi na sacanagem. Fica o link inconsciente).
Fui dando uma desculpa que precisava ir, e ela acompanhou-me até a porta. Enquanto esperava o elevador, e ela me observando como se o tesão se insinuasse novamente, disse-lhe que se tivesse mais alguma dificuldade no computador era só me chamar.



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Comentários


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ksn57 Comentou em 12/06/2019

Votado - Muito bom seu conto ! Por vezes, se queremos algo, temos, que ter calma, fez bem, um destes dias vai ser melhor, acredito !

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laureen Comentou em 11/06/2019

DELICIA DE CONTO AMIGO VOTADOOOOOOOOOOOOOOOOOO VOTO 4 AMEI Fico parado com a pontinha da cabeça já invadindo sua chana e ela fala de novo, desta vez mais firme "não!". Deslizo lentamente para baixo, deixando ela sentir a cabeça se afastando de sua chana. Saio de cima dela. Ela esconde o rosto com as mãos. Coloco minhas roupas pois ela está imóvel, com o rosto coberto pelas mãos. Sei que não está chorando pois não há soluços, é vergonha mesmo. Coloco a roupa dela ao seu lado na cama e saio do

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flamengo21 Comentou em 11/06/2019

bem escrito, quase um machadiano, detalhista, agora deveria ter metido a vara, só a cabecinha...votado

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lapidus Comentou em 11/06/2019

Muito bem escrito... delicia de conto... parabéns.




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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico libra2010

Nome do conto:
Vizinha de baixo

Codigo do conto:
139914

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
11/06/2019

Quant.de Votos:
11

Quant.de Fotos:
0


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